Dicas de Livros sobre Violino

Hoje vou Falar sobre alguns livros que tem a tematica do violino, mas que não são sobre “como tocar”, ou eles contam sua história, ou são relacionados ao instrumento, espero que gostem.




O Violino

Carolina Michelini

É o que este livro de imagens, de Michele Iacocca, transmite ao narrar a grande transformação de uma garota que, do seu quarto, ouve uma música que entra suavemente pela sua janela. Curiosa, a menina segue para descobrir de onde ela vem e conhece aquele que despertaria o desejo de aprender a tocar um instrumento: o violino. Em sua trajetória de aprendizado ela encontra muitas dificuldades – não consegue tirar um som agradável, desafina, quase desiste -, demonstrando que a música também requer estudo e disciplina. O professor é personagem importante nessa decisão, pois ele a incentiva, encorajando-a a seguir. No final, nada de ouvir da janela do quarto apenas! A menina, já segura de seus dons musicais, fica ao lado do seu professor, na rua, no mesmo lugar de onde ela foi seduzida pela música, arrebanhando novos apaixonados.

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O Canto do Violino e Outros Ensaios

Otto Maria Carpeaux

Este volume é uma coletânea de 26 ensaios inéditos de Otto Maria Carpeaux, até então dispersos em jornais brasileiros, reunidos pela primeira vez. Os textos foram escritos entre 1948 e 1958, e publicados no Correio da Manhã, no Diário Carioca, no Diário do Paraná, no Diário de Pernambuco e no Jornal de Notícias. Nestes ensaios, Carpeaux trata de diversos aspectos da música erudita, além de desenvolver, de maneira brilhante, formas musicais para resolver questões literárias, e vice-versa. “O Canto do Violino” é um livro para músicos, estudiosos e para o público interessado em geral

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O xangô de Baker Street

Neste livro hilariante, Jô Soares alia uma rigorosa pesquisa histórica sobre a vida no Rio de Janeiro do Segundo Reinado à sua inventividade sem fronteiras. Romance “cômico-policial”, O Xangô de Baker Street constitui uma engraçada mistura de cenário muito preciso do passado – a capital do país por ocasião da primeira visita da legendária atriz francesa Sarah Bernhardt -, figuras conhecidas da história política e cultural do país – como Olavo Bilac, Chiquinha Gonzaga, Paula Nei, d. Pedro II -, e personagens de ficção – Sherlock Holmes e o indefectível dr. Watson, importados para desvendar o desaparecimento inconveniente de um violino Stradivarius que deixara o imperador em sérios apuros. Mas as ilustres criaturas de Conan Doyle acabam sendo requisitadas para solucionar uma série de crimes hediondos e enigmáticos. O resultado é um livro delicioso, em que as modas e os costumes da capital imperial no século XIX vêm acompanhados de algumas suposições mais ousadas, como a de o Brasil ser o berço do primeiro serial killer da história. Por sua vez, o texto vai do jocoso dos diálogos e da gozação do francesismo brasileiro de então ao hilariante de diversas cenas, e revelações estarrecedoras sobre a vida alimentar, farmacológica e sexual do famoso detetive da rua Baker. O Sherlock de Jô descobrirá as delícias sensuais dos trópicos, aprenderá alguns costumes nativos, exercerá seus brilhantes dotes dedutivos (para espanto e incredulidade dos pobres mortais), mas será obrigado a admitir que os crimes abaixo do Equador não são tão elementares, meu caro leitor.


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